Cliente | Clientes - QUAL É O PERFIL DE UM CLIENTE FIEL?
18 de Fevereiro de 2009 @ 12:29 - adminArquivado sob Prospecção de Clientes | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Cliente | Clientes
QUAL É O PERFIL DE UM CLIENTE FIEL?
Há clientes de todos os tipos e os produtos e serviços que eles compram são também tão variados quanto eles. Uma pesquisa realizada pela Forrester Research com empresas de data management (Acxiom e outras líderes de mercado) sobre “clientes fiéis” mostra que eles possuem perfis similares independente do setor de mercado em que estão, como bancário, telefonia móvel e eletrônicos. São mulheres, gostam de tecnologia e voltadas à família, segundo a Forrester.
Os números da Forrester mostram que a maioria dos consumidores que se consideram “fiéis à empresa com a qual fazem negócio” é composta por mulheres (55%), casadas (60%) e com idade na faixa dos 45 anos de idade. Mais de 81% concordam com a expressão “minha família é a coisa mais importante em minha vida”. É mais provável que os fiéis comprem em todos os canais (49%) e recorram mais aos amigos e à família para terem informações sobre produtos e serviços (35%). Este perfil voltado à família é confirmado por outros relatórios recentes. O estudo da Acxion, Retail Consumer Dynamics Study, publicado em outubro, descobriu que 8% de todos os clientes de varejo estão procurando manter um estilo de vida familiar e o farão por estarem mais informados sobre promoções de preços e opções on-line. Outro estudo de varejo da GFK Roper realizado em setembro descobriu que 62% dos entrevistados encaravam as compras como uma experiência familiar, acima dos 54% de 2006.
De acordo com a analista da Forrester, Lisa Bradner, co-autora do relatório, Portrait of a Loyalist, o perfil geral de um cliente fiel é útil no atual clima conômico. Os clientes fiéis podem decair para clientes transacionais em um período de declínio econômico porque podem ser atraídos por descontos dramáticos ou desesperados. “O equilíbrio do funil é real”, ela diz. “No alto do funil estão seus clientes novos e abaixo deles estão seus clientes transacionais. Eles estão quase entrando. As empresas precisam conhecer o perfil de seus clientes conforme se tornam fiéis porque não queremos que eles ajam por impulso e transitem para outra empresa.” Lembre-se que este tipo de cliente tem o comportamento da lista dos fiéis, e estes fiéis emocionais não podem ser influenciados tão facilmente pelo preço.
Em geral, estes consumidores fiéis querem recompensas. Eles esperam pela personalização e influenciarão outros. “O marketing social não significa necessariamente rede de comunicação social on-line”, diz Bradner. “O relatório mostra que os clientes fiéis têm necessidades emocionais tanto quanto sociais e estas necessidades são compartilhadas entre eles. Grande parte do marketing social acontece fora da rede quando os clientes falam sobre um e-mail que receberam ou sobre uma experiência que tiveram na loja.”
O relatório da Forrester recomenda três ações, baseadas no perfil de fidelidade: Personalização, criação de oportunidades multi-canais e priorização das famílias. Todas são baseadas nas empresas que criam um diálogo com o cliente. Bradner cita o provedor de Internet de alta velocidade VIP Family Plan da Road Runner, que possibilita que os membros adquiram shows de graça para os membros da família, como uma forma eficaz de atrair o cliente fiel.
John Quelch, professor da Harvard, recomenda a realização de pesquisas com os clientes formar estratégias para cortejá-lo com familiaridade. Ele acha que as empresas precisam manter registros sobre como os clientes fiéis estão lidando com a recessão e se desejam adiar as compras.
“Quando tempos econômicos difíceis aproximam-se, tendemos a nos refugiar em nosso vilarejo”, ele diz. “Busque cenários aconchegantes do círculo familiar para propagandas, substituindo imagens de esportes radicais, de aventura ou que reforcem o individualismo. Um humor extravagante ou apelos para a sensação de medo são abordagens que devem ser descartadas. As vendas de cartões comemorativos, o uso do telefone e gastos criteriosos em decoração residencial e em entretenimento doméstico se sustentarão bem, uma vez que a incerteza nos induz a ficarmos em casa, e também a estarmos ligados à família e aos amigos.”
Fonte: 1to1 Weekly da Peppers & Rogers Group
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Cliente - Aprenda quem é o seu Cliente antes de querer vender
18 de Fevereiro de 2009 @ 09:46 - adminArquivado sob Prospecção de Clientes | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Cliente
Aprenda quem é o seu Cliente antes de querer vender
Vender não é a tarefa mais querida por muitos empreendedores e gerentes de empresas. Vendedor é visto pela maioria das pessoas como aquele profissional ganancioso, sem escrúpulos, sem valores, sem integridade e que deseja vender o que precisa a qualquer custo.
Entretanto, vender é uma profissão honrosa que TODO profissional independente da sua posição dentro de uma empresa – inclusive o próprio vendedor – deve aprender.
Existem muitas habilidades importantes que um vendedor deve aprender, entre elas, a habilidade de qualificar um cliente potencial.
O erro mais comum que um vendedor comete ao encontrar um cliente que ele mal conhece é lançar-se imediatamente a apresentação da sua empresa, produto ou serviço. Ele começa a falar sobre as virtudes do que tem a oferecer, o quanto esse produto é bom, fácil, barato e seguro na esperança de convencer o comprador sobre o seu valor.
O problema dessa abordagem é não abordar em nenhum momento as necessidades e problemas do comprador.
Enquanto os problemas do cliente não forem levantados, existe uma possibilidade mínima do comprador se interessar pelo produto.
Se você realmente quer dar uma razão para o comprador comprar de você, você precisa dar a ele uma razão. Uma das melhores maneiras de se fazer isso é fazer perguntas que descubram o que é importante para o cliente. Aqui vão alguns exemplos:
“Eu notei que você usa o produto ABC. Há quanto tempo você usa esse fornecedor?”
“O que você mais gosta nesse fornecedor?”
“Se você pudesse mudar alguma coisa no atual acordo que você tem com ele, o que seria?”
“Quais são as suas principais preocupações? O quê o mantém acordado a noite?”
“Como tem sido a experiência com o fornecedor ABC?”
“Quanto você compra ou vende em media por mês e ano?”
“Quem são os seus principais clientes?”
Repare que essas perguntas são perguntas abertas que motivam o cliente a compartilhar informação sobre suas necessidades e problemas.
Tome cuidado para não dirigir as respostas dos clientes com perguntas do tipo, “Quais são os seus principais problemas? Prazo de Entrega? Preço?”.
Esse é um erro muito comum em vendas: ACREDITAR QUE SABE A RESPOSTA DOS CLIENTES. Nunca assuma que você sabe o que um cliente vai responder. Faça uma pergunta e TENHA PACIÊNCIA para esperar pela resposta. E mesmo que você trabalhe em um mesmo mercado por mais de dez anos, não acredite que você já tenha ouvido de tudo.
Se você realmente quer começar a se diferenciar dos seus concorrentes, invista o seu tempo em aprender sobre eles.
Fonte:
Newsletter da BIZREVOLUTION de Ricardo Jordão
Sobre Ricardo Jordão:
Ricardo Jordão Magalhães (ricardom@bizrevolution.com.br) é Revolucionário, Presidente e Fundador da BIZREVOLUTION (www.bizrevolution.com.br), onde ele ajuda as pessoas e as empresas a se transformarem em verdadeiras Empresas de Marketing para o foco dos seus clientes.
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VoIP - Telefonia VoIP | QoS - Entendendo a Qualidade da Internet para a Telefonia VoIP
9 de Fevereiro de 2009 @ 12:36 - adminArquivado sob Telefonia VoIP | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
VOIP
Telefonia VoIP | QoS
Entendendo a Qualidade da Internet para a Telefonia VoIP
Outro fator de extrema relevância para o bom uso da Telefonia VoIP é a qualidade da Internet. Apesar de muitos acreditarem que basta ter uma Internet de Banda Larga para usar o VoIP, isso só mostra ser verdade quando ela está sendo usada do modo certo e com a quantidade de Banda certa disponível.
É necessário “planejamento” para a implementação da Telefonia VoIP, pois um mal dimensionamento poderá ter como consequência um serviço de baixa qualidade. Antes de se instalar o VoIP é necessário uma análise desde a quantidade de canais necessários para dar conta do tráfego de voz que será gerado, até se o link de banda larga tem capacidade. A avaliação do ambiente em que a Telefonia VoIP será implantada é um procedimento indispensável para o sucesso da utilização de VoIP. Nesse procedimento é essencial descobrir se o link de banda larga possui qualidade mínima necessária para suportar a comunicação de voz via Internet.
Tão importante quanto checar a capacidade e velocidade do link, é checar as características de atraso ou “delay”, jitter e perda de pacotes. O “delay” pode ser percebido durante a navegação na Web, com a demora no carregamento das páginas, já o jitter e a perda de pacotes dificilmente serão notados pelos internautas, mas tem alto impacto sobre a qualidade do VoIP, ocasionando falhas na comunicação. Um ponto importante é a escolha dos fornecedores de Internet. É necessário saber se esses possuem suporte para atendimento e se fornecem as informações necessárias para que o cliente obtenha o melhor resultado do VoIP e saiba exatamente o que está disponível em sua contratação.
A Qualidade de Serviço (QoS) na Internet tem que ser garantida para o bom uso da Telefonia VoIP. Cada usuário da Internet envia seus dados e compartilha a largura de banda com outros usuários. Os pacotes de dados chegam ao seu destino, conforme as rotas definidas e a largura de banda que estiver disponível. Mas, se o serviço de Internet não tem a sua qualidade garantida e houver congestionamento de dados, os pacotes são descartados sem distinção. Nesse caso, o serviço poderá não ser realizado com sucesso e nem mesmo apresentar um bom desempenho.
Com QoS na Internet, quando há um congestionamento, os pacotes são marcados para distinguir os tipos de aplicações e os roteadores são configurados para criar filas distintas para cada aplicação de acordo com as prioridades das mesmas. Assim, uma faixa da largura de banda dentro do canal de comunicação é alocada para determinados tipos de fluxos de dados ou aplicações e, dependendo da aplicação, os pacotes “nunca” são descartados e a banda alocada não excederá os valores pré-definidos.
No próximo artigo, apresentaremos uma ferramenta gratuita para você testar se sua conexão de internet ou de seus clientes atende os requisitos necessários para a plena utilização da Telefonia VoIP.
Você já está desfrutando dos benefícios da Telefonia VoIP junto a uma operadora que entrega um serviço de qualidade profissional?
Se sim, PARABÉNS!!
Se ainda não, e você for usuário pessoa física, ATENÇÃO, você pode estar jogando dinheiro fora ao pagar caro pelas atuais ligações telefônicas que realiza, principalmente se forem interurbanas.
Se ainda não, e você for usuário pessoa jurídica, ATENÇÃO, seus concorrentes já podem estar cortando custos de telefonia, com isto aumentando a lucratividade de suas operações estando muito mais competitivo e produtivo principalmente se realizarem a integração de comunicação entre a empresa e os fornecedores, ou, entre a empresa e as filiais, ou, entre a empresa e a força de vendas! Pois de VoIP para VoIP da mesma operadora a ligação é grátis!
Equipe ObaIP – Telefonia VoIP Profissional, 30/01/2009
Bibliografia
Wikipedia
Clientes - Antes da Prospecção de clientes
15 de Janeiro de 2009 @ 16:59 - adminArquivado sob Prospecção de Clientes | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Cliente
Antes da Prospecção de clientes
Por Allynson Lymer Treinador Comportamental e Palestrante de Vendas 15/12/08
Implementado por Pedro Majeau - com autorização da Lymer & Associados em 15/01/09
Muitas vezes percebemos o quanto pessoas e empresas procuram por formas e tecnologia de prospecção de clientes para viabilizar cumprimento de metas ou aumento de faturamento, ou também, por questão de sobrevivência mesmo!
Aqui a atitude louvável é a percepção, da pessoa ou empresa, da necessidade de buscar ajuda profissional pelo reconhecimento do sucesso limitado das estratégias e ações concebidas internamente.
Nem que seja para contratar alguém com “autoridade moral” conquistada pelo seu histórico de resultados em outras empresas para lhe dizer o óbvio. E tenho constatado que FUNCIONA! E já que funciona, que se realize!
No entanto, o que constatamos em nossa jornada de vivência junto com as empresas é que consistentemente não se aumenta o faturamento apenas com novas ações de prospecção de clientes! Por um motivo: Falha nas atitudes da equipe comercial!
Um dos pré-requisitos de nossa organização para aceitar uma empresa como nossa cliente para uso de nossas estratégias de comunicação web é se na equipe comercial há profissionais de vendas com procedimentos comerciais de resultados.
Adotamos este pré-requisito ao longo dos anos ao constatarmos que o aumento do volume de prospectos pré-qualificados apenas aumentava as dificuldades internas da equipe comercial em atender a nova demanda de necessidades de seu público alvo, gerando inclusive perda de lucratividade! E ao convivermos com a equipe comercial percebemos que lá não faltavam prospectos e sim procedimentos comerciais de resultados.
A despeito de todos os esforços em buscar o êxito e ainda ter baixa eficiência de conversão de negócios, a falha não estava no volume de trabalho e contato com o mercado e sim na estratégia de vendas!
Então onde está a raiz do problema?
O que vem ANTES DA PROSPECÇAO DE CLIENTES?
A raiz do problema surge com o pouco entendimento do processo de vendas, onde busca-se tratar a atitude humana de forma técnica. Muitas vezes devido encontrarmos na gestão de vendas pessoas técnicas e não profissionais de administração, ou encontrarmos técnicos tentando fazer vendas e não profissionais de vendas.
Vendas é um processo comportamental e não técnico!
Sempre será primeiro sobre necessidades de pessoas! E depois sobre produtos, serviços, máquinas, processos e características. E assim sendo antes do discurso de benefícios que você tem a ofertar, durante o processo de colher as necessidades você deve entrar em sintonia com a pessoa que se apresenta como prospecto.
Em nossas entrevistas semanais, temos também percebido que mais de 70% das pessoas que buscam por ferramentas de prospecção de novos clientes não planejam o processo de abordagem e atendimento comercial desta nova demanda. E mesmo quando planejam as vendas; as tarefas que envolvem relacionamento com os prospectos são executadas de forma técnica, pouco considerando os aspectos comportamentais das vendas.
Os técnicos, que foram parar no departamento de vendas por entenderem muito do produto ou serviço, estão preparados para gerar propostas e discutir sobre os recursos do produto ou serviço; que são procedimentos técnicos junto aos clientes potenciais. São pessoas extraordinárias em determinação e disciplina, que detêm os recursos e conhecimentos de fazerem o produto ou serviço funcionar, mas pecam nas preliminares das etapas iniciais da negociação, não por má vontade, mas por falta de capacitação em vendas comportamentais e por seguir uma estratégia de negociação que não leva em consideração as nuances comportamentais que conduz o prospecto a concretizar um, ou vários, negócio.
Perguntas:
-
=> Quando foi a última vez que você recebeu, ou forneceu para sua equipe, capacitação em vendas comportamentais?
=> Você está satisfeito com seus resultados de vendas, ou com os da sua equipe?
O que vem ANTES DA PROSPECÇAO DE CLIENTES?
Uma equipe comercial com profissionais de vendas capacitados com a vivência em vendas comportamentais.
Abaixo temos a relação de nossas newsletter onde empregamos este formato.
Desde que adotamos o uso das newsletter de contribuição junto ao nosso mailing e ao mailing de nossos clientes a métrica abertura da news e cliques nesta, aumentou em 300% em comparação com as newsletters que eram apenas publicitárias.
Você já se relaciona consistente e periodicamente com seu mailing?
Você só se relaciona com seu mailing para tentar vender algo ou efetivamente leva contribuição no relacionamento com o cliente?
Você conhece alguma empresa que pode lhe proporcionar uma ajuda profissional para o relacionamento com o cliente, especializados em comunicação estratégica web para fidelização de clientes, que atue com planejamento de ação, que saiba diagnosticar cenários de negócios, que tenha uma linguagem de resultados e use métricas de avaliação?
No Brasil já existem muitas empresas especializadas em capacitação de vendas, mas raras são as empresas que dão ênfase às técnicas de vendas comportamentais.
Faça um up grade em suas habilidades, e nas habilidades de sua equipe, ouse experimentar algo diferenciado e busque uma empresa especializada em vendas comportamentais com resultados mercadológicos comprovados!
Onde encontrar palestras, cursos e programas de formação em vendas com conteúdo especializado em técnicas de vendas comportamentais?
*Allynson Lymer é Palestrante de Vendas e Treinador Comportamental, Trainer e Master Practitioner em PNL com 14 anos de vivência na área comercial, Especialista em Técnicas de Vendas Comportamentais e Head Trainer do Programa de Formação em Técnicas de Vendas Comportamentais da Organização Lymer & Associados.
www.tecnicasdevendas.com.br/artigos_sobre_vendas.asp
*Implementado por Pedro Majeau com autorização da Lymer & Associados em 15/01/09
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Clientes - PARA OBTER SUCESSO “GANHA/GANHA/GANHA” NAS VENDAS É PRECISO TRANFORMAR O VENDEDOR “TIRA PEDIDO” EM CONSELHEIRO “VENDE SOLUÇÃO”
12 de Janeiro de 2009 @ 16:25 - adminArquivado sob Prospecção de Clientes | 2 Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Clientes
PARA OBTER SUCESSO “GANHA/GANHA/GANHA” NAS VENDAS É PRECISO TRANFORMAR O VENDEDOR “TIRA PEDIDO” EM CONSELHEIRO “VENDE SOLUÇÃO”
*Por Werner Kugelmeier – Facilitador de Cursos de Gestão Empresarial
Trabalhar com vendas é trabalhar sob pressão. Cada vez mais. É preciso atingir metas, fidelizar clientes, vencer a concorrência, contribuir para o crescimento da empresa, o que torna-se cada vez mais complicado. Do outro lado, compradores vivem sob a pressão de desenvolver fornecedores parceiros que agreguem valor, assegurando a combinação entre qualidade mais elevada, com menor preço e prazo de pagamento mais dilatado.
Neste cenário, existem duas notícias: uma boa e uma ruim. A ruim é que está se tornando cada vez mais difícil se fazer percebido pelo cliente como sendo diferente do concorrente (que vem vindo de qualquer lugar, em qualquer momento – resultado da globalização) e provedor de benefícios, não apenas de produtos ou serviços em si.
A boa notícia é que existem ferramentas para transformar estas ameaças em oportunidades: gestão vencedora e atitudes-chave na hora do atendimento. Para a gestão vencedora, é preciso, primeiro, entender bem o negócio de seu cliente e suas reais necessidades, da mesma forma que é preciso conhecer bem a atuação de seus concorrentes diretos.
Comprometa-se com as metas de vendas, cative seus vendedores, desenvolva um plano de ação que gere sinergia entre a força de vendas e comemore as metas atingidas. Em relação às metas não alcançadas, analise as razões em conjunto, faça um monitoramento rigoroso diário dos resultados planejados e realizados e busque sempre desenvolver parcerias com seus clientes, que perfazem 80% das vendas.
Na hora do atendimento, o vendedor deve aliar simpatia, presença de espírito, ares de serenidade e naturalidade, para transmitir segurança e confiabilidade, através de comportamentos como cumprir o prometido, que é fundamental. Não há nada mais desastroso do que o vendedor que promete e não cumpre – o típico “tiranossauro-tirador de pedido”, que vende o que não pode entregar.
O cliente sente se o vendedor e a sua empresa realmente estão empenhados em resolver o problema dele, por isso minha dica é: seja honesto e conquiste seu cliente não para um negócio, mas para muitos. Esta é a condição fundamental para a fidelização do cliente.
Demonstre espontaneidade prestativa e atenciosa. O cliente quer ser atendido conforme sua agenda e não conforme a do vendedor. Convém ao vendedor sentar-se diante de seu cliente e simplesmente ouvi-lo. Guarde seus argumentos para um segundo momento, pois 90% do tempo são do cliente, 10% do vendedor, para apresentação do produto ou serviço que quer vender. Lembre-se que o cliente não compra um produto ou serviço, e sim benefícios. O site Submarino, por exemplo, não vende livros e sim comodidade. A abordagem da solução deve transmitir credibilidade do vendedor e mexer com a emoção do cliente. Logo, o valor agregado do produto e/ou serviço se torna percebido: é isso que o cliente deseja e disso que o vendedor precisa.
O conselheiro “vende solução” tem competências distintas como vender o que o cliente diz que precisa, não o que a produção acha que ele precisa; emplacar o slogan: ”Toda empresa é Vendas, Vendas não é toda Empresa”; despertar sobre soluções que (só) ele, o conselheiro, pode ofertar; ouvir o cliente, a fonte mais credível e barata de pesquisa de mercado; identificar estratégias do cliente que sugerem sinergia.
O processo “empreendedor” de vendas – à prova de resultados - pode ser dividido em 6 etapas. A primeira é planejar a motivação do cliente para ouvir sua argumentação. Na segunda etapa, da visita - oportuna - ao cliente, o vendedor deve se mostrar equilibrado e agradável. O terceiro momento é a hora de descobrir a real necessidade do cliente para depois, na fase da apresentação, adotar uma postura “sei” das características do produto ou serviço e “acredito” nos seus benefícios. Depois de fechar o negócio e obter indicações para outros, é fundamental o trabalho de pós-venda. O conselheiro deve ter a audácia de assumir o risco de perder a venda, mas não o cliente.
Para quem precisa treinar uma equipe de vendedores, seguem mais algumas dicas: incentive seu vendedor a gostar e entender de pessoas; evidencie o diferencial competitivo da empresa no processo atender – negociar – fechar – assistir; promova profissionalismo nas relações com clientes; transfira práticas administrativo-financeiras e, por fim, propicie a elevação dos índices envolvimento, entusiasmo e comprometimento.
Desta forma, é possível promover um jogo em que ganha cliente, ganha vendedor, ganha empresa.
*Werner Kugelmeier é alemão, casado, três filhos; Jurista e Administrador de Empresas, graduado na Alemanha; Carreira de 25 anos em multinacionais no Brasil; Aperfeiçoamento profissional nos EUA; Viagens de negócio para mais de 60 países, nos 5 continentes; Desde 2000, atuando na Educação Corporativa e Executiva; Autor do Livro “PRISMA - Girando a Pirâmide Corporativa”; Proprietário da WK PRISMA - Educação Corporativa Modular; Ministra palestras e cursos sobre gestão empresarial em alemão, português e inglês.
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VoIP Telefonia VoIP | QoS - Importância da Qualidade do Serviço de Internet para o uso da Telefonia VoIP
17 de Dezembro de 2008 @ 20:38 - adminArquivado sob Telefonia VoIP | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
VoIP
Telefonia VoIP | QoS
Importância da Qualidade do Serviço de Internet para o uso da Telefonia VoIP
Que a Telefonia VoIP é uma fantástica alternativa para quem quer economizar ninguém discorda. É evidente sua vantagem sobre a telefonia convencional, já que reproduz a voz com a mesma qualidade e possui um custo significativamente menor. Mas, é preciso saber que, para manter essa qualidade devemos estar atentos à qualidade da banda larga oferecida pelos provedores de internet. As redes IP transportam diferentes tipos de informações que, em muitos casos, causam a latência ou delay - nome dado ao atraso sofrido pelo pacote de informação - e prejudicam a qualidade das ligações.
A Telefonia VoIP também permite comunicações de voz entre os telefones tradicionais da rede de telefonia pública e os computadores que se encontrarem interligados em uma rede IP. Os equipamentos de Telefonia VoIP fazem uma conexão ponto a ponto e, depois de conectados, captam a voz de uma forma analógica e as transformam em pacotes de bytes de áudio. Quando o destino recebe os pacotes, estes são transformados novamente em sinais analógicos e transmitidos ao meio de forma possível de se ouvir o som. O aplicativo fica constantemente enviando e recebendo estes pacotes nos dois sentidos da conexão até que um usuário encerre, fechando a conexão. Com isso, temos uma telefonia VoIP numa rede de dados Internet.
Devido a essa tecnologia, as tarifas da Telefonia VoIP são muito mais baixas que as tarifas oferecidas pelas operadoras convencionais, uma vez que a voz é levada pela internet em forma de dados até o ponto de interconexão com a operadora responsável em prover o serviço para o assinante que você deseja se comunicar, sem perda na qualidade da voz. Um gateway VoIP, por exemplo, tem dentro de suas várias facilidades, a capacidade de comprimir a voz.
A difusão do protocolo TCP/IP no contexto da Internet deu início a esse movimento em direção da integração de todas as tecnologias de comunicação, compreendendo voz, vídeo e dados. A tecnologia VoIP, por tudo isso, experimenta atualmente um desenvolvimento intenso que está possibilitando a integração das redes privadas de dados e de telefonia.
Hoje, todas as redes de dados convergem no transporte IP, pois é cada vez mais freqüente que as aplicações se fundamentem nesse protocolo. Quando as diversas aplicações contavam com redes dedicadas, a importância das tecnologias de QoS era inferior, já que o tráfego era similar em termos de desempenho e as redes dedicadas estavam preparadas para atender as exigências de cada aplicação em particular. Contudo, as redes de convergência misturam distintos tipos de tráfego, cada um com diversas necessidades, o que pode causar inconvenientes ao trabalharem juntos.
Um único protocolo de transporte ponta a ponta é de grande utilidade, já que a manutenção do equipamento de redes vem se tornando cada vez mais simples, porém, atualmente o tráfego de rede é muito diverso e para cada tipo de tráfego existem necessidades específicas em termos de largura de banda, latência e disponibilidade, como é o caso da Telefonia VoIP. Os operadores de redes alcançam Qualidade de Serviço (QoS) ao garantirem que os elementos da rede aplicam um tratamento constante aos fluxos de trânsito quando estes atravessam a rede. A capacidade QoS de uma rede envolve uma importante variedade de tecnologias, arquitetura e protocolos.
O “Controle de Banda” é um fator essencial para o uso do VoIP. O seu link de internet deve ser “gerenciado” para garantir e priorizar o tráfego VoIP, pois apesar do baixo consumo do link, o tráfego de voz é sensível. Caso não haja a preocupação com esse controle, a qualidade final das chamadas de Telefonia VoIP poderá ser afetada de modo considerável, sendo até possível que em certos casos a aplicação não funcione.
Importante entender que suas chamadas de Telefonia VoIP irão utilizar seu link de internet e, para que sejam claras como uma ligação convencional, alguns cuidados deverão ser tomados. A capacidade de sua Internet Banda Larga deverá comportar, no mínimo, 30kbps disponíveis para cada linha VoIP. Assim, se você quiser que quatro pessoas realizem chamadas VoIP simultaneamente, você precisará de 120kbps disponíveis.
Certifique-se, antes de utilizar o VoIP, que sua Internet Banda Larga oferece a largura de faixa que você necessita para a utilização da Telefonia VoIP e contrate-a. Outras tecnologias interconectadas, como as sem fio, móveis ou fixas, são muito mais restritas por causa das limitações de freqüência reguladas pelas agências governamentais.
Fazer downloads de arquivos grandes ou carregar programas pesados são fatores que trazem menor qualidade nas chamadas de Telefonia VoIP devido ao grande uso de memória do computador para tais ações. Portanto, enquanto estiver falando através de sua linha VoIP, evite colocar o seu computador para realizar tarefas pesadas que consumam memória ou grande parte da banda de internet.
A disponibilidade de redes de alta velocidade e a utilização de IP não basta para oferta de VoIP com qualidade e confiabilidade, é preciso, também, uma operadora de qualidade com terminação nacional para que não cause atraso na emissão e recepção de dados que prejudica as chamadas de Telefonia VoIP. Caso a operadora não possua boas conexões, ela não será capaz de terminar suas chamadas com qualidade. Os problemas de infra-estrutura da operadora de VoIP serão percebidos nas falhas de conexão (quando recebemos ocupado, mesmo com o destino livre) e, especialmente, na qualidade das chamadas para celulares.
De forma curiosa, observam-se agora iniciativas no sentido oposto. Enquanto antes se buscava agregar dados a redes de voz, o objetivo agora é trafegar voz em redes otimizadas para transmissão de dados em alta velocidade.
Você já está desfrutando dos benefícios da Telefonia VoIP junto a uma operadora que entrega um serviço de qualidade profissional?
Se sim, PARABÉNS!!
Se ainda não, e você for usuário pessoa física, ATENÇÃO, você pode estar jogando dinheiro fora ao pagar caro pelas atuais ligações telefônicas que realiza, principalmente se forem interurbanas.
Se ainda não, e você for usuário pessoa jurídica, ATENÇÃO, seus concorrentes já podem estar cortando custos de telefonia, com isto aumentando a lucratividade de suas operações estando muito mais competitivo e produtivo principalmente se realizarem a integração de comunicação entre a empresa e os fornecedores, ou, entre a empresa e as filiais, ou, entre a empresa e a força de vendas! Pois de VoIP para VoIP da mesma operadora a ligação é grátis!
Equipe ObaIP – Telefonia VoIP Profissional, 04/12/2008
Bibliografia
Wikipedia
Cadastro de Clientes - Serviço de Otimização de Sites para ser o “rei das buscas”
16 de Dezembro de 2008 @ 09:33 - adminArquivado sob Otimização de Sites | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Cadastro de Clientes
Serviço de Otimização de Sites para ser o “rei das buscas”
Numa época marcada pelo excesso de informações, figurar com destaque nas páginas do Google ou de outros sistemas de busca pode ser o fiel da balança para uma marca se diferenciar da concorrência. Mas o que uma empresa que vende imóveis, por exemplo, deve fazer para que seu nome apareça entre as primeiras opções na web para um consumidor que faz uma busca pela palavra “apartamento?”.
É nesse momento que entra em cena aquele que é o novo xodó do mercado de internet: o serviço de otimização de sites. Em poucas palavras, trata-se de, por meio de sistemas de programação, fazer com que determinado site apareça com destaque nos resultado de busca. Já bem desenvolvida na Europa e nos Estados Unidos, essa tendência agora começa a ganhar corpo no Brasil.
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos mostra que 87% dos internautas que realizam uma busca num site se detém na parte de cima da página, “sem nem mesmo correr a página até o final”, comenta o especialista Bill Hunt, presidente da Global Strategies, que tem o Grupo Ogilvy como sócio. Outros 77% chegam a ver a primeira página inteira e 30% passam, no máximo, para a segunda página. “Estar na segunda página é a mesma coisa de não existir na internet”, afirma o diretor de novos negócios da MediaClick, da AgênciaClick, Marcelo Sant’Iago. “Esse mercado ainda está em fase de amadurecimento no Brasil e passa a ser uma fonte de receita para as agências especializadas em internet”, afirma o executivo.
Globalmente esse serviço recebeu o nome de Search Engine Optimization (SEO), algo como mecanismo de busca natural ou orgânico - termo muito utilizado pelos profissionais do meio. O conceito está dentro do Search Engine Marketing (SEM), o marketing para mecanismos de busca, que engloba diferentes conceitos, entre eles o de link patrocinado. “Apesar de fazerem parte da estratégia de comunicação da empresa, as duas ferramentas são completamente diferentes”, conta Sant’Iago. “São verbas separadas. O link patrocinado faz parte da verba de mídia, enquanto a otimização para busca necessita, entre outras coisas, de um grande conhecimento técnico para transformar o site em referência sobre determinado assunto”, completa o executivo.
“A procura dos serviços de SEO tem crescido muito nestes últimos anos, pois o mercado brasileiro começa a perceber a necessidade e a importância de terem seus sites bem posicionados nos buscadores, principalmente as empresas que dependem da internet para gerar seus negócios”, comenta o gerente de SEO da Media Contacts, Marcos Brasil Peçanha.
“Para estar bem colocado na página de resultados, o site precisa preencher alguns parâmetros e, principalmente, ser relevante para o assunto pesquisado”, afirma Hunt. Ele explica que, quanto mais vezes o site é acessado, quanto mais links sobre ele houver em outros sites importantes, maior a chance de estar bem posicionado nas buscas.
Entre alguns parâmetros analisados pelos buscadores estão: o título da página que aparece no navegador, o título do texto principal da página e o primeiro parágrafo do texto principal. “Se a palavra-chave pesquisada aparecer nos três tópicos, o site possui uma grande chance de estar na primeira página de resultado”, diz Hunt. Ele conta um caso de sucesso ocorrido nos Estados Unidos com a IBM. “Uma das divisões da companhia surgia na 175ª posição, quer dizer, não aparecia para o internauta”, lembra. “Depois de um trabalho de otimização realizado com a página da divisão, hoje ela aparece na primeira ou na segunda colocação nas páginas de resultados”.
Sant’Iago lembra que os sites de busca sempre mudam seus parâmetros para evitar que o sistema fique “viciado” e as mesmas empresas recebam destaque nas buscas. “O site tem que ser popular, muito visitado, ter links em sites importantes e confiáveis e tornar-se uma fonte relevante sobre determinado assunto”, diz o executivo.
Ainda não existem dados sobre o uso da SEO no Brasil. Dados apresentados por Hunt sobre os Estados Unidos mostram evolução no uso dessa ferramenta. Em 2006 foram investidos US$ 6,2 bilhões, com um aumento para US$ 7,9 milhões no ano passado. Com base nesses resultados, a expectativa é atingir os US$ 16 bilhões em 2010. Dados globais mostram uma movimentação de US$ 10 bilhões em 2006, US$ 14 bilhões no ano passado e uma expectativa de chegar a US$ 33 bilhões em 2010.
Um dado importante sobre uso da otimização nos sites é que ele, de uma certa forma, democratizou a concorrência, independentemente do tamanho da empresa. “Uma companhia pode ser bem menor do que sua concorrente. Mas, se souber utilizar a forma correta sua imagem na internet, é possível que ela tenha melhores colocações nas buscas do que uma empresa grande. Esse ainda é um mercado novo e as empresa começam a olhá-lo com mais atenção”, finaliza Hunt.
Fonte: Gazeta Mercantil - Caderno C - Pág. 6 - Sheila Horvath - 14/08/2008
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Otimização de Sites para Cadastro de Clientes Potenciais
Descubra as estratégias que usam a internet para a prospecção de clientes potenciais, indo desde a pesquisa de mercado, o planejamento estratégico das comunicações web, a otimização de sotes, passando pela determinação das métricas de análise e controle de resultados e chegando no relacionamento produtivo e de contribuição que conduz a fidelização de clientes com o uso de newsletter! Saiba Mais |
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Cadastro de Clientes - Otimização de Sites
16 de Dezembro de 2008 @ 01:21 - adminArquivado sob Otimização de Sites | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Cadastro de Clientes - Otimização de Sites
Otimização de Sites é o conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados naturais (orgânicos) nos sites de busca.
O termo SEO (do inglês, Search Enginhe Optimization, Acrônimo SEO) também se refere a indústria de consultoria, que trabalha na otimização de projetos e websites de seus clientes. Alguns comentaristas, e também alguns profissionais de SEO, dividiram os métodos usados por seus praticantes em categorias como os “SEO de White Hat” (geralmente utilizam métodos aprovados pelos sistemas de busca, como a prática de construção de conteúdo relevante e melhoria da qualidade do site), ou “SEO de Black Hat” (utilizam truques como “cloaking”, que é a camuflagem do conteúdo real da página, e spamdexing). O termo “spamdexing” (originado da fusão de spam e indexing) refere-se a pratica de Spam direcionada aos motores de busca.
Os praticantes de técnicas de White Hat dizem que os Black Hat se valem de métodos que são vistos como tentativas de manipular o posicionamento dos resultados nos Mecanismos de Busca a seu próprio favor. Praticantes do Black Hat dizem que todas as tentativas e técnicas utilizadas para manipular o posicionamento são legítimas e o tipo de técnica utilizada para se alcançar o objetivo de melhorar o page rank é irrelevante.
Os Mecanismos de Busca indicam diferentes tipos de listagens nas páginas de resultados, incluindo: publicidade paga nas páginas de resultados, (SERPs - Search Engine Result Pages), conteúdo de publicidade paga por clique pay-per-click, anúncios, pagamento para inclusões em sistemas de busca e resultados de busca orgânica.
As técnicas utilizadas no SEO são concebidas para alavancar seus objetivos no seu website melhorando o número e a posição de seus resultados na busca orgânica para uma grande variedade de palavras-chave relevantes ao conteúdo do web site. Estratégias de SEO podem melhorar tanto o número de visitações quanto a qualidade dos visitantes, onde qualidade significa que os visitantes concluem a ação esperada pelo proprietário do site (ex. comprar, assinar, aprender algo). A Otimização para Sistemas de Busca normalmente é oferecida como um serviço profissional autônomo, ou como parte de um projeto de Webmarketing e pode ser muito eficaz quando incorporado no início do desenvolvimento do projeto de um website.
Em termos de competição, um termo de busca, palavra-chave, com grande volume de resultados dificultam o posicionamento através programação para busca orgânica, podendo ser necessária uma ação de anúncios pagos ou links patrocinados; dependendo do número de resultados o custo de uma estratégia de marketing de internet pode ser bem expressivo. Um bom posicionamento nos resultados orgânicos de busca pode fornecer o mesmo tráfego almejado e ter um custo potencialmente mais baixo. Os proprietários de websites devem optar por otimizar seus sites para a busca orgânica, se o custo da otimização for menor do que o custo da publicidade paga.
Nem todos os sites têm objetivos idênticos para a otimização em sistemas de busca. Alguns querem atingir todo o tipo de tráfego na rede e podem ser otimizados para incrementar a busca de frases comuns. Uma boa estratégia para otimização nos sistemas de busca pode funcionar perfeitamente com sites que tenham interesse em atingir um grande público-alvo, tais como informativos periódicos, serviços de diretórios, guias, ou sites que exibem publicidade com um modelo baseado em CPM (cost per mille). Muitas empresas tentam otimizar seus sites para um grande número de palavras-chave altamente específicas que indicam a disponibilidade para venda. Otimizações deste tipo, tendo em vista um amplo espectro de termos de busca, pode impedir a venda de produtos por gerar um grande volume de requisições com baixa-qualidade, com um custo financeiro alto, resultando em pequeno volume de vendas. Focalizar a qualidade do tráfego gera melhor qualidade nas vendas, permitindo que sua equipe de vendas feche negócios mais rentáveis. A otimização para sistemas de busca pode ser muito eficiente quando usada como parte de uma estratégia de Marketing.
Fonte: Wikipédia
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Otimização de Sites para Cadastro de Clientes Potenciais
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Otimização de Sites para Cadastro de Clientes Potenciais
15 de Dezembro de 2008 @ 23:43 - adminArquivado sob Otimização de Sites | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Cadastro de Clientes
Otimização de Sites
Captação de Cadastro de Clientes Potenciais Pesquisa de Mercado | Planejamento de Comunicação
“Os resultados provêm do aproveitamento das oportunidades e não da solução dos problemas. A solução de problemas só restaura a normalidade. As oportunidades significam explorar novos caminhos.”
Peter Drucker
Pai da Gestão Moderna
Presidente honorário da Drucker Foundation
Escreveu mais de 30 livros
Você está explorando as oportunidades de negócios existentes na web?
Você concretizou novos negócios nos últimos 90 dias com contatos oriundos de seu website
Seu website gerou algum contato comercial nos últimos 90 dias?Sua empresa tem um website comercial ou apenas institucional?
Sua empresa tem um website?
Se sua resposta foi não para uma das perguntas acima então há a possibilidade de você estar perdendo a oportunidade de explorar a web como um novo caminho para a geração de resultados de negócios!
Vamos partir da premissa que você normalmente vende bem fora da web e já tem um website que considera bom, que informa os seus principais conteúdos e produtos relevantes de seu negócio, que a empresa que cuida de seu website é fantástica; mas por algum motivo cósmico não está gerando os resultados que você deseja ou precisa!
Para esta situação, onde sua equipe comercial já vende bem de forma tradicional seus produtos e serviços, mas via web não surgem negócios, então há a possibilidade de você não estar se expondo para o seu público alvo qualificado, ou você pode estar usando comunicação institucional ou pouco persuasiva.
Se sua comunicação está institucional ou pouco persuasiva então é o caso de você usar cartas de vendas, que já foi tema de nossos artigos anteriores. Cartas de vendas são textos persuasivos que vendem benefícios e possuem recursos de redação magnética que conduz o prospecto qualificado a realizar um contato comercial.
AGORA, se você não está se expondo para seu público alvo qualificado, aqui nós podemos recomendar uma solução comercial: Otimização de sites para cumprir uma função mercadológica!
O que podemos considerar como Otimização de sites?
Neste artigo uma função mercadológica será alvo de nosso discurso com o recurso da otimização de sites será: Captação de Cadastro de Clientes Potenciais Quando usamos a otimização de sites para complementarem ações estratégicas e específicas de marketing que viabilizam direta ou indiretamente novos negócios, então dizemos que cumpriu-se funções mercadológicas.
Sobre Captação de Cadastro de Clientes Potenciais:
Agora, com esta ação específica para realizarmos, temos que expor nosso website para o nosso público alvo qualificado e aqui entra a etapa de otimização de sites.
Para otimização de sites para cumprir funções mercadológicas, temos que seguir alguns passos de marketing. Não trataremos neste artigo sobre as etapas técnicas de construção de sites e sim de como este recurso, usado estrategicamente, contribui para seus negócios. Não vamos esgotar o assunto, que seria muita pretensão, apenas vamos iniciar discussões com o tópico: Pesquisa de Mercado e Planejamento da Comunicação!
Passo 1 para otimização de sites:
Pesquisa de Mercado:
“Não é a empresa que define o mercado. É o cliente”
Peter DruckerPai da Gestão Moderna => Responda-me: no ambiente web quantas pessoas, no mês passado, procuraram especificamente por suas soluções e benefícios ou diretamente por seus produtos e serviços? E com quais palavras? Por inúmeras vezes vi empresas de marketing na web expondo e se vangloriando pelo resultado de sites de seus clientes bem posicionados nos buscadores para palavras que até possuem muitas páginas indexadas para pesquisa mas não possuem demanda de mercado!
Será que o cliente desta empresa sabe disso?
Será que estas empresas de marketing sabem se estão efetivamente entregando alguma função de marketing para seus clientes? Ou, apenas atendendo tecnicamente uma solicitação do cliente que ainda não recebeu a correta consultoria?
Vamos exemplificar a situação da necessidade de pesquisa de mercado.
Supondo que você venda software para gestão. Será que na web tem público interessado neste produto.
Vamos consultar um buscador muito usado no Brasil: o Google. Ao digitar a palavra: Software de Gestão; veremos que existe a indicação de quase 700.000 páginas indexadas para esta combinação de palavras, no entanto, não significa efetivamente a demanda de mercado. Se consultarmos a ferramenta de palavras-chave do Google, no sistema Adwords, veremos que no mês de novembro de 2008 tivemos quase 20.000 buscas para software de gestão e suas variáveis de grafia (com acento, sem acento, plural, singular, com “de”, sem o “de”).
Com isto podemos afirmar que existe mercado na web para este produto. E também podemos afirmar que estar com o site na 1ª página do Google para esta palavra pode significar visitação qualificada para o website que possui produtos e serviços de software de gestão.
Com a informação de que seu produto tem demanda no ambiente web, podemos dar o próximo passo e desenvolver uma comunicação estratégica que contribua para o posicionamento de seu website nas primeiras páginas dos buscadores, agora é a etapa de planejamento da comunicação para a otimização de sites.
Passo 2 para otimização de sites: “… devemos planejar comunicação não como gostaríamos que as pessoas consumissem essas mensagens, mas como elas efetivamente consomem…” Walter Longo Com a pesquisa de mercado também descobrimos com quais palavras nosso público alvo na web chama nosso produto ou serviço, ou com quais benefícios nosso público alvo espera ser atendido. Aqui nós descobrimos a LINGUAGEM DE NOSSOS CLIENTES na web. E para se comunicar com seus clientes há a necessidade de usar esta linguagem, mesmo que tecnicamente esta linguagem não seja a mais correta! Por exemplo, algumas empresas de educação preferem usar o termo técnico adequado que é: capacitação, e não treinamento. No entanto, treinamento é a linguagem dos consumidores. Se o mercado busca por treinamento, por qual motivo na etapa de prospecção você se posicionaria nos buscadores com capacitação? Algumas pessoas terão as mais eruditas e inteligentes das respostas para justificar o uso da palavra capacitação nas etapas de prospecção e provavelmente estarão corretas tecnicamente no conceito, mas equivocados em marketing.
E usando na comunicação a linguagem do seu cliente para a otimização de sites para captação de mailing qualificado e para prospecção de clientes, com palavras que possuem demanda de mercado, estaremos dando um importante passo para contribuir com seu departamento comercial em ATRAIR seus Clientes Potenciais e com isto conquistando um aumento no poder de negociação.
E por qual motivo aumenta o poder de negociação?
Com outros artigos vamos tratar passo a passo das outras etapas da otimização de sites.
O importante a ser percebido com este artigo é que quando você empresário e empreendedor precisar dos serviços de otimização de sites, busque identificar empresas e profissionais que tenham linguagem de negócios que o leve a perceber com métricas, o quanto você tem a ganhar com o uso das técnicas de otimização de sites para o cumprimento de funções mercadológicas que gerem resultados para sua empresa; e evitar contratar pessoas ou empresas que apenas tratará com você sobre a parte técnica do processo. E somado a isto, confirme os resultados que esta empresa ou profissional tem proporcionado a seus clientes. Peça referências e contate as referências para confirmar os efetivos resultados de negócios oriundos da web.Você deseja realizar mais negócios usando a web?
Você conhece alguma empresa que usa comunicação estratégica web para captação de cadastro de clientes potenciais com o recurso de otimização de sites que possa contribuir efetivamente com você e sua organização na exploração de novos caminhos para a geração de resultados de negócios? ATENÇÃO Para divulgar este artigo, mencione a autoria da seguinte forma:
Ganhe o E-book: Comunicação Estratégica WEB para => Há vários entendimentos, um deles é apenas para estar bem posicionado nos mecanismos de buscas com alguma palavra chave para seu negócio, o que já é um grande passo, pois contribui para a etapa de exposição ao mercado, mas insuficiente para a cumprir o que aqui chamaremos de função mercadológica.
=>Ação que prospecta e pré-qualifica clientes potenciais para entrarem em contato com seu departamento comercial.
Presidente honorário da Drucker Foundation
Escreveu mais de 30 livros
Planejamento da Comunicação Estratégica WEB:
Mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm
Presidente Executivo e Presidente do Conselho da ABTA
Fundador e Presidente da Abraforte
Eleito por 4 vezes o melhor Profissional do Ano no Prêmio Caboré
nas categorias de Planejamento e Atendimento, e Profissional de Veículo de Comunicação
Premiado com o título de Personalidade do Marketing Direto pela Abemd
Autor do livro “Tudo que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência de explicar - Ed.Atlas”.
=> Com este processo não foram os seus vendedores que foram ofertar produtos ao mercado e sim o mercado que encontrou seus produtos e serviços, no momento de necessidade deles e por pró-atividade destes consumidores que escolheram seu website dentre as várias opções existentes nos buscadores. Assim psicologicamente seus profissionais de vendas já venceram a etapa de CHAMAR A ATENÇÃO do consumidor, para o processo de negociação, visto que o próprio cliente potencial já pré-qualificou seu produto ou serviço ou sua empresa ao considerá-lo RELEVANTE pelo discurso com o qual você comunicou-se com ele via website!
Pedro Mizcci Majeau
Web Marketer da Negócios de Valor
Serviços de Otimização de Sites
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Prospecção de Clientes
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Clientes | Prospects - Prospecção de Clientes - Torne-se um mestre da prospecção
9 de Dezembro de 2008 @ 00:09 - adminArquivado sob Prospecção de Clientes | 4 Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Clientes | Prospects
Prospecção de Clientes
Torne-se um mestre da prospecção
Geralmente chamamos de visitas frias todas aquelas feitas a potenciais clientes sem marcar hora. Anos atrás, quando Rick Phillips ganhava a vida vendendo máquinas de copiar, esperava-se da sua equipe de vendas muitas visitas ‘frias’.
Era uma época onde seus amigos vendedores tremiam só de pensar que podiam ser expulsos de um prédio. A história da semana, contada nos almoços em grupo, freqüentemente girava em torno de como os seguranças de um certo prédio haviam expulso, à força, um vendedor pego em flagrante desrespeitando a placa de ‘Proibido a entrada de vendedores’.
Existem essencialmente três maneiras de procurar novos prospects: o vendedor pode escrever cartas, telefonar, ou visitar pessoalmente. Cartas (ou malas diretas) são mais eficazes quando usadas dentro de um programa estruturado e planejado de Marketing. Mas os resultados são escassos - afinal, taxas de retorno de 1,5% muitas vezes podem ser considerados maravilhosos.
Por isso, as maneiras mais práticas de recrutar novos prospects continuam sendo o telefone e visitar pessoalmente, sendo que, como disse um vendedor experiente ‘ninguém pode te desligar se você estiver em pé à sua frente’.
A visita não anunciada é um dos maiores desafios em Vendas, não importa quantas vezes você tenha feito isso antes, nem seu grau de sucesso.
Para ajudar você e sua equipe a lidarem melhor com isso, esta semana convidei Rick Phillips, da PSSD, a nos dar algumas dicas de prospecção. Vejamos o que ele sugere que façamos para transformar esse desafio em algo mais fácil, agradável e eficaz:
Tenha um objetivo:
Toda visita de vendas deve ter um objetivo. Sem um objetivo, a prospecção é geralmente uma perda de tempo, e o prospect sente isso imediatamente. Sem um objetivo, o vendedor nunca saberá se teve sucesso ou não, se deu um passo para a frente ou dois para trás. Como podemos dizer que alguma coisa foi um sucesso se não temos objetivos para medir os resultados?
Vamos dar um exemplo: um vendedor sem objetivos claros entra numa empresa para visitar o comprador, esperando oferecer-lhe algumas informações. Esse tipo de vendedor é muitas vezes chamado de matador de árvores. porque ele distribui um monte de folders e propostas que acabam no lixo, ajudando a poluir ainda mais o planeta.
O objetivo deve ser razoável e possível de ser realizado. Quais são as chances de um prospect fazer um pedido logo na primeira visita? Quais são as chances de conseguir na primeira visita o nome de todas as pessoas envolvidas na compra? Será um objetivo razoável para seu primeiro telefonema ou visita marcar uma reunião mais demorada para levantamento de necessidades?
Nós sempre aconselhamos ter pequenos passos dentro dos objetivos. Por exemplo, nosso objetivo pode ser descobrir os níveis de satisfação do cliente em relação a seus fornecedores atuais. Neste caso, um mini-objetivo poderia ser conseguir o nome do fornecedor atual (concorrência); um outro poderia ser conseguir o volume de compras e tabela de preços, etc.
Então nosso primeiro passo deve ser sempre ter objetivos bem desenhados, sabendo de antemão que podemos ter vários níveis de sucesso em cada visita.
Esteja preparado:
Por favor, entenda que você não é o primeiro a dar uma ‘passadinha’, procurando vender alguma coisa. Você deve fazer uma aproximação de maneira diferenciada da concorrência.
Recomendamos que todo vendedor tenha um discurso de aproximação que chame a tenção do prospect, ao mesmo que desperta sua curiosidade. ‘Eu estava passando pela frente e resolvi dar uma parada’ não é o tipo da frase que vai motivar seus prospects a investir seu tempo com você.’
Uma frase que sempre me impressionou é:
“Bom dia, senhor Comprador. Meu nome é Bonifácio Vendetudo. Trabalho na Super Resultados. Temos vários clientes no seu ramo e, francamente, tenho muito orgulho em ter ajudado muitos deles a conseguirem melhores resultados. Mas, antes de poder falar a mesma coisa do senhor, gostaria de conhecer melhor a sua realidade atual. Agora é um bom momento?”
Recomendamos que você monte sua própria frase e suas perguntas, ensaiando-as até que fluam naturalmente. A chave aqui é descobrir uma combinação que o deixe sentir-se confortável - afinal, seu desconforto será desagradavelmente visível se você não estiver à vontade com seu script (e é lógico que o prospect sente isso imediatamente).
Estar preparado também inclui saber exatamente o que fazer quando o prospect responder com uma das três respostas mais freqüentes. Primeiro, o que você fará se ele responder ‘Sim, posso falar com você agora’? Ele, ou ela, também pode dizer ‘Agora não, mais tarde’. Ou a resposta pode vir em alguma forma de ‘não estou interessado’.
Você precisa ter um plano para pelo menos cada uma dessas respostas. Nossa dívida externa poderia ser paga todos os anos com a quantidade de vendas perdidas na hora em que o prospect diz ‘Sim, posso falar com você agora. Diga o que você tem para me oferecer’.
A maioria dos vendedores falha nesta hora tão crítica, justamente quando o prospect parece estar aberto e interessado. Começam a tirar seu material impresso da pasta, contando como seus produtos ou serviços são sensacionais.
Imagine fazer tiro ao alvo com uma venda nos olhos. É isso que você está fazendo quando tenta vender sem ter feito antes o levantamento das suas necessidades.
Aliás, existe uma máxima em Vendas que diz que se você não fizer o levantamento das necessidades e a qualificação do seu prospect, cada menção de uma característica ou benefício na verdade vai criar uma objeção.
Repetindo: se você não fizer o levantamento das necessidades e a qualificação do seu prospect, cada menção de uma característica ou benefício na verdade vai criar uma objeção.
Fazer uma apresentação padrão é uma das formas mas fáceis de fracassar.
Por exemplo:
‘Senhor cliente, nós podemos fazer entregas em 24 horas.’ E o prospect responde: ‘Mas o seu concorrente hoje já me entrega em 2 horas.’ O vendedor diz ‘Nós temos serviço de assistência técnica 24 horas por dia, 7 dias por semana’. E o cliente responde: ‘Eu nunca precisei chamar a assistência técnica do seu concorrente. Vocês precisam de toda essa assistência técnica porque o que você está tentando me vender vive quebrando?’. ‘Os componentes das nossas peças são folhados a ouro’, diz o vendedor despreparado. ‘Achamos que isso é falta de qualidade. Todas nossas peças são hoje de ouro maciço’, responde o cliente. E assim por diante.
Seu objetivo na visita ou telefonema deve ser claro, e se for pouco razoável esperar que uma venda aconteça na primeira visita, então seu objetivo inicial deveria ser aprender mais sobre o prospect. Para conseguir isso, você precisa fazer perguntas.
Esteja preparado com perguntas:
Você precisa aprender sobre o negócio ou a vida de seu prospect, bem como suas necessidades percebidas, antes de poder justificar outra visita ou telefonema.
Na maioria dos casos, um dos seus maiores objetivos será ajudar esta pessoa a encontrar razões para recebê-lo novamente. E você não conseguirá isso a não ser que comece a falar do que é importante para ele ou ela. Você precisa ter preparado, de antemão, perguntas que façam o prospect falar sobre coisas que lhe interessam.
Seu ‘plano de perguntas’ deve basear-se em perguntas abertas, onde você só fica escutando, fazendo mais perguntas e aprendendo.
Use perguntas do tipo:
• Conte-me o que você gosta do seu fornecedor atual.
• Porque isso é importante?
• Como você usa este produto ou serviço?
• O que você gostaria que seus fornecedores oferecessem, que eles não estejam oferecendo hoje?
Estas perguntas vão fazer com que o prospect comece a falar. Ouça e aprenda.
Mudando a atitude competitiva:
Por muitos anos, a relação entre vendedores e compradores tem sido um confronto entre adversários. O vendedor está concentrado nos seus próprios objetivos (’se esse cara comprar, vou poder pagar meu condomínio’ ou ‘ela está com meu próximo aluguel no bolso, preciso pegá-lo’). Ao mesmo tempo, o prospect está pensando “Como posso fazer esse vendedor sair da minha sala (ou desligar o telefone), com o mínimo desconforto, e sem abrir a minha carteira?’.
A tensão que existe nestas situações é negativa, impedindo a atmosfera necessária para se ter sucesso em vendas. Por outro lado, você pode reduzir a tensão e a pressão de venda mostrando um interesse real na vida e/ou negócios do prospect, na sua empresa e/ou família e, conseqüentemente, em suas necessidades.
Este approach também reduz o stress e a tensão que o próprio vendedor sente. Você ficará surpreso como fica mais fácil fazer uma visita ou telefonema quando você tem um objetivo, está preparado com perguntas e disposto a ouvir com atenção o que o cliente está lhe dizendo. Isso permite relaxar, calar-se e aprender. Ao invés de fazer uma apresentação ‘enlatada’ e ter que ficar respondendo objeções, você na verdade está aprendendo como ajudar o prospect, estabelecendo relacionamentos a longo prazo.
Com isso em mente, a próxima vez que você vir uma placa de ‘Proibido a entrada de vendedores’, lembre-se que você não está vendendo ou pedindo: está pesquisando, aprendendo mais sobre seus próximos clientes.
Fonte:
Raúl Candeloro
Sobre Raul Candeloro:
Palestrante e editor da revista VendaMais®, além de autor dos livros Venda Mais, Negócio Fechado e Correndo pro Abraço. Responsável pelo site www.vendamais.com.br
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